26 outubro, 2010

Graça sem cabrestos


Meu devocional de hoje em Gálatas  de um Paulo perplexo  com uma igreja que prefere cabresto em vez de graça me fez pensar...


A Galácia queria voltar aos ritos judaicos. Mas por quê?


Foram escravos de ritos que nunca geraram, nem podem gerar vida, foram adotados por uma graça engraçada, feliz, viva, mas mesmo assim desejam os cabrestos da religião que sempre os escravizou.


Por que o povo gosta de cabrestos na graça?


Nos dias do perplexo Paulo o judaísmo era o freio da graça, e hoje são os outros ismos todos.  Uma carta inteira só para dizer que somos livres...
A Igreja do Brasil também precisa ouvir um Paulo perplexo, irritado com dores de parto, porque aqui, como lá, também nos querem roubar a liberdade, e olha que não estou falando do pos modernismo do governo com suas  tendências a sexualidade deturpada ou ao calar da voz profética. Estou falando da liberdade tirada pelos caciques que se dizem evangélicos e fizeram da fé um comércio. 


Aos índios deram espelhos aos evangélicos estão dando relíquias, dando não, vendendo!
Quando vejo a igreja orando por fotografias exatamente como fazem os espíritas ou transformando rosas, lenços, sal e outras coisas mais em relíquias ungidas exatamente como fez o catolicismo fico perplexo também.

Cultos de descarregos recheados com envelopes ungidos para um sacrifício financeiro que proporcionará a um cacique que voe de jatinho por ai.

Acorda gente boa...


Nossa fé invisível não precisa de cabrestos ela nos dá vida e essa se fará visível a todo olho que quiser ver. Não precisamos de caciques nem de rosas ou lenços ungidos, não oramos por fotografias nem bebemos ou banhamos em água benta seja ela benta em um copo encima da televisão ou benta na parede de um templo. Bebemos a água da vida que refrescou a nossa alma para sempre em liberdade.


Viva a liberdade, Luciano Gazola.

Um comentário:

Duda disse...

E há quem diga que não devemos questionar pq são evangélicos.

Discordo. Acho que primeiro devemos tratar nossas feridas, limpar a nossa casa, vestir aos nossos!

Somos livres! E devemos sim fazer bom uso dessa liberdade.

Deus nos pôs aqui pra isso mano, é bom ouvir esse reverberar.

Abraço!