07 novembro, 2011

Passado, presente, futuro ...



O pior é pensar que essa música é da década de oitenta, e como diz o vídeo faz 15 anos que o Renato partiu, e a música continua sendo original...

Genialidade do autor ou conformismo e imutabilidade do povo?

29 setembro, 2011

Cara chato ô!

Brinca comigo tio!
Pow, que cara mais sem coração, pobre do bichinho...
 ***


 Olha xaxa, a daffy!

28 setembro, 2011

The Village(2004) - Um olhar da filosofia sobre a Verdade (por Eduardo Gazola)

por Eduardo Gazola
Esse excelente filme de M. Night Shyamalan (mesmo autor do Sexto Sentido), 2004, trata entre os meandros da trama, sobre o conceito de verdade absoluta

O filme fala sobre um grupo de pessoas traumatizadas pela violência do mundo que resolve isolar-se em uma vila criada no meio de uma reserva florestal. Eles abdicam totalmente do convívio com o mundo, tanto de tecnologias quanto pessoas. 
Para garantir o sucesso de suas escolhas eles criam uma verdade que garanta o isolamento da vila. Quero que vocês assistam o filme e portanto não irei dar mais detalhes sobre a trama, cabe ressaltar o genial autor, diretor e produtor M. Night e a atuação de Adrien Brody e Bryce Howard (que faz uma jovem cega), aonde até peguei um gancho e experimentei rodar por dentro de casa com os olhos fechados tentando fazer as tarefas comuns sem o auxilio dos olhos, indico a experiência...

Mas o que realmente me motivou a escrever esse texto depois de ter visto 3 ou 4 vezes o filme, é sobre o senso de verdade abordado pelo filme e que também permeia nossa vida, ou ainda o que é e pode ser aceito por conhecimento.

Como definimos o que é verdade? 

22 setembro, 2011

Canto dos Livres - Cenair Maicá



Canto dos Livres - Cenair Maicá

Se meu destino é cantar, eu canto
Meu mundo é mais que chorar, não choro
A vida é mais do que pranto, é um sonho
Com matizes sonoros
Hay os que cantam desditas de amores
Por conveniência agradando os senhores
Mas os que vivem a cantar sem patrão
Tocam nas cordas do seu coração
Quem canta refresca a alma
Cantar adoça o viver
Assim eu vivo cantando
Prá aliviar meu padecer
Quisera um dia cantar com o povo
Um canto simples de amor e verdade
Que não falasse em misérias nem guerras
Nem precisasse clamar liberdade
No cantar de quem é livre
Hay melodias de paz
Horizontes de ternura
Nesta poesia de andar
Quisera ter a alegria dos pássaros
Na sinfonia do alvorecer
De cantar para anunciar quando vem chuva
E avisar que já vai anoitecer
E ao chegar a primavera com as flores,
Cantar um hino de paz e beleza
Longe da prisão dos homens, da fome
Prá nunca cantar tristeza
Quem canta refresca a alma
Cantar adoça o viver
Assim eu vivo cantando
Prá aliviar meu padecer


*** 

No cantar de quem é livre hay melodias de paz ... cantar adoça o viver.
E nós, nobres irmãos, livres que somos, há melodias de paz em nosso viver? 
A nossa alma está refrescada? 
Podem os outros ver em nós a liberdade conquistada na Cruz pelo Único Digno?

....

Por isso eu vivo cantando, pra adoçar meu padecer ... 


Já me chamaram de passarinho, pq vivo cantando, mas é que desde que fui livre da sentença de morte eu passei a viver as melodias de paz. 

Resolvi postar essa bela música de um artista lá da região de onde veio esses guris do blog, aproveitando a semana farroupilha, e lembrando que a nossa revolução já foi feita, e a nossa liberdade está garantida. 
Por isso cante meu irmão e minha irmã, adoce a vida dos seus com melodias de paz e alivie o padecer daqueles que ainda carecem da Esperança.

Mas bah tchê, não é que os guris são gaúchos mesmo!?