Ready? Go!
30 setembro, 2011
29 setembro, 2011
Cara chato ô!
Postado por
Unknown
às
11:58:00 AM
Brinca comigo tio!
Pow, que cara mais sem coração, pobre do bichinho...
***
Olha xaxa, a daffy!
Pow, que cara mais sem coração, pobre do bichinho...
***
Olha xaxa, a daffy!
28 setembro, 2011
The Village(2004) - Um olhar da filosofia sobre a Verdade (por Eduardo Gazola)
Postado por
Unknown
às
12:45:00 PM
por Eduardo Gazola
Esse excelente filme de M. Night Shyamalan (mesmo autor do Sexto Sentido), 2004, trata entre os meandros da trama, sobre o conceito de verdade absoluta.
O filme fala sobre um grupo de pessoas traumatizadas pela violência do mundo que resolve isolar-se em uma vila criada no meio de uma reserva florestal. Eles abdicam totalmente do convívio com o mundo, tanto de tecnologias quanto pessoas.
Para garantir o sucesso de suas escolhas eles criam uma verdade que garanta o isolamento da vila. Quero que vocês assistam o filme e portanto não irei dar mais detalhes sobre a trama, cabe ressaltar o genial autor, diretor e produtor M. Night e a atuação de Adrien Brody e Bryce Howard (que faz uma jovem cega), aonde até peguei um gancho e experimentei rodar por dentro de casa com os olhos fechados tentando fazer as tarefas comuns sem o auxilio dos olhos, indico a experiência...
Mas o que realmente me motivou a escrever esse texto depois de ter visto 3 ou 4 vezes o filme, é sobre o senso de verdade abordado pelo filme e que também permeia nossa vida, ou ainda o que é e pode ser aceito por conhecimento.
Como definimos o que é verdade?
22 setembro, 2011
Canto dos Livres - Cenair Maicá
Postado por
Unknown
às
11:32:00 AM
Canto dos Livres - Cenair Maicá
Se meu destino é cantar, eu canto
Meu mundo é mais que chorar, não choro
A vida é mais do que pranto, é um sonho
Com matizes sonoros
Hay os que cantam desditas de amores
Por conveniência agradando os senhores
Mas os que vivem a cantar sem patrão
Tocam nas cordas do seu coração
Quem canta refresca a alma
Cantar adoça o viver
Assim eu vivo cantando
Prá aliviar meu padecer
Cantar adoça o viver
Assim eu vivo cantando
Prá aliviar meu padecer
Quisera um dia cantar com o povo
Um canto simples de amor e verdade
Que não falasse em misérias nem guerras
Nem precisasse clamar liberdade
Um canto simples de amor e verdade
Que não falasse em misérias nem guerras
Nem precisasse clamar liberdade
No cantar de quem é livre
Hay melodias de paz
Horizontes de ternura
Nesta poesia de andar
Hay melodias de paz
Horizontes de ternura
Nesta poesia de andar
Quisera ter a alegria dos pássaros
Na sinfonia do alvorecer
De cantar para anunciar quando vem chuva
E avisar que já vai anoitecer
E ao chegar a primavera com as flores,
Cantar um hino de paz e beleza
Longe da prisão dos homens, da fome
Prá nunca cantar tristeza
Na sinfonia do alvorecer
De cantar para anunciar quando vem chuva
E avisar que já vai anoitecer
E ao chegar a primavera com as flores,
Cantar um hino de paz e beleza
Longe da prisão dos homens, da fome
Prá nunca cantar tristeza
Quem canta refresca a alma
Cantar adoça o viver
Assim eu vivo cantando
Prá aliviar meu padecer
***
No cantar de quem é livre hay melodias de paz ... cantar adoça o viver.
E nós, nobres irmãos, livres que somos, há melodias de paz em nosso viver?
A nossa alma está refrescada?
Podem os outros ver em nós a liberdade conquistada na Cruz pelo Único Digno?
....
Por isso eu vivo cantando, pra adoçar meu padecer ...
Já me chamaram de passarinho, pq vivo cantando, mas é que desde que fui livre da sentença de morte eu passei a viver as melodias de paz.
Resolvi postar essa bela música de um artista lá da região de onde veio esses guris do blog, aproveitando a semana farroupilha, e lembrando que a nossa revolução já foi feita, e a nossa liberdade está garantida.
Por isso cante meu irmão e minha irmã, adoce a vida dos seus com melodias de paz e alivie o padecer daqueles que ainda carecem da Esperança.
Mas bah tchê, não é que os guris são gaúchos mesmo!?
17 setembro, 2011
Não depois, mas enquanto - Ed René Kivitz
Postado por
Unknown
às
1:44:00 PM
Não depois, mas enquanto
Tentar enxergar o sentido por trás das coisas é um exercício que consome muita energia e dá pouco resultado. Boa parte das conclusões a que chegamos não passa de especulação. Fazemos alguma coisa e esperamos que a gratificação venha depois, mas ela normalmente não vem. Acontece conosco, aconteceu com o Eclesiastes. Por quê? Porque a felicidade não é no depois: é no durante, é no enquanto.
A porta de saída desse enigma do Eclesiastes esta dentro do próprio texto: "Na verdade, eu me alegrei em todo o meu trabalho. Essa foi a recompensa de todo o meu esforço" (2:10).
O que aconteceria se nós conseguíssemos desfrutar de cada momento sem esperar que ele nos proporcionasse alguma felicidade futura? Nós conseguiríamos desfrutar o momento sem desperdiçá-lo. E isso faria alguma diferença? Sim, toda a diferença se pretendermos vencer o utilitarismo.
Viver o enquanto é uma atitude que nos devolve à vida. Quando você assiste a um filme, seu prazer está no filme, não depois do filme. Quando você está com fome, seu prazer dura enquanto você está comendo. Depois de se alimentar, não há mais prazer na comida. A roda de amigos, cheia de risadas e camaradagem, é prazerosa enquanto dura a roda. Depois que cada um toma seu rumo, o efeito das risadas se dissipa, e se instala a saudade, que para alguns é um tipo de prazer e felicidade. Quando você dá um abraço apertado no seu filho, aquela sensação de pertencimento deve ser desfrutada enquanto você o está abraçando. Viva sua porção de felicidade enquanto estiver fazendo alguma coisa: ficar esperando uma gratificação posterior é ilusão, é correr atrás do vento.
Viver o enquanto é "a arte de presentificar a vida". Fazendo assim, você volta para a vida, você a vive na hora certa, e vai se alegrar com seu trabalho, porque isso vem da mão de Deus.
***
Trecho extraído do livro: O livro mais mal-humorado da Bíblia, de Ed René Kivitz, capítulo 2, páginas 49 e 50.
Se você deseja ouvir a pregação Vencendo o Utilitarismo que é o capítulo 2 inteiro do livro, clique na janelinha abaixo e seja abençoado.
Adquira o livro, tenho certeza que você será recompensado pelas prazerosas páginas de leitura.
16 setembro, 2011
Carta de um Apóstolo ao seu Bispo - Caio Fábio [irony mode on]
Postado por
Unknown
às
11:47:00 AM
Paulinho, apóstolo pela unção do mover dos últimos dias, líder na prosperidade e na conquista, a Timmy, verdadeiro filho na obediência a tudo o que digo, e que nada tem a dizer em contrário, pois sabe que Deus fere a quem mexe com um ungido do Senhor — fé e obstinação neste ano de Elias e de Gideão, conforme a fé de Abraão, e o poder dos 318 na Fogueira Santa de Israel.
Quando eu estava de viagem, rumo à Disney, roguei que permanecesses ainda em São Paulo para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina, nem se ocupem com sites sobre a Graça, que, antes, promovem discussões do que o serviço de nossa causa.
Ora, o intuito da presente admoestação visa levar todos ao temor e ao medo, ajudando-os a abandonarem suas próprias consciências a fim de seguirem apenas a nossa.
Perdoem-me o Desgosto - Caio Fábio
Postado por
Unknown
às
10:24:00 AM
Perdoem-me, irmãos, eu confesso a tão aguardada confissão de minha boca. Sim, eu confesso que não posso mais deixar de declarar a minha alma. Para mim é questão de vida ou morte. Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar.
Sim, eu confesso…
Assinar:
Postagens (Atom)



