por Luciano Gazola
04 agosto, 2010
29 julho, 2010
A Igreja que eu quero ser
Postado por
Unknown
às
11:50:00 AM
por Guilherme Alexandre
Olá queridos, não tenho o costume de escrever freqüentemente, mas nesses dias Deus tem me incomodado com respeito a sua igreja, que ele conquistou com tanto amor. Acredito ainda que a diferença que a Igreja pode fazer na sociedade é através do amor, que é o amor deve continuar sendo, a nossa maior característica, a nossa maior marca.
Na verdade a palavra igreja já deveria ser sinônimo de diferença e não de desigualdade, deveria ser cheia de poder e não de opressão, deveria ser sinônimo de multiforme Graça e não de sincretismos, deveria ser sinônimo de acolhimento e não de grupos seletos e seletivos, devíamos ter opinião critica e não preconceito.
Hodiernamente olhamos para o mundo e vemos como ele cada vez mais se conduz a perdição pela falta de amor, pelo amor que se esfria e da lugar ao ódio, a opressão, a discórdia. Olhamos a sociedade e vemos assassinatos, roubos, adultérios, e olhamos para igreja, solícitos de não encontrar essas cicatrizes, mas às encontramos de forma disfarçada, dissimulada.
Encontramos os assassinatos disfarçados na falta de perdão, quando concebemos em nossos corações a seguinte afirmação: FULANO MORREU PRA MIM. Vemos o Roubo dentro da igreja não em não dar o dízimo ou às ofertas, mas em não fazê-lo em amor e compreensão pela obra. Somos omissos por que achamos que dando o dízimo estamos isentos de todo o trabalho e de todo evangelho, uso aqui a frase de João batista:
Na verdade a palavra igreja já deveria ser sinônimo de diferença e não de desigualdade, deveria ser cheia de poder e não de opressão, deveria ser sinônimo de multiforme Graça e não de sincretismos, deveria ser sinônimo de acolhimento e não de grupos seletos e seletivos, devíamos ter opinião critica e não preconceito.
Hodiernamente olhamos para o mundo e vemos como ele cada vez mais se conduz a perdição pela falta de amor, pelo amor que se esfria e da lugar ao ódio, a opressão, a discórdia. Olhamos a sociedade e vemos assassinatos, roubos, adultérios, e olhamos para igreja, solícitos de não encontrar essas cicatrizes, mas às encontramos de forma disfarçada, dissimulada.
Encontramos os assassinatos disfarçados na falta de perdão, quando concebemos em nossos corações a seguinte afirmação: FULANO MORREU PRA MIM. Vemos o Roubo dentro da igreja não em não dar o dízimo ou às ofertas, mas em não fazê-lo em amor e compreensão pela obra. Somos omissos por que achamos que dando o dízimo estamos isentos de todo o trabalho e de todo evangelho, uso aqui a frase de João batista:
Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? Produzi, pois, frutos de arrependimento;
28 julho, 2010
Novamente no Haiti
Postado por
Unknown
às
3:37:00 PM
Por Daniel Schorn
Graça e paz do Senhor Jesus sobre a vida de todos...Resolvi compartilhar com vocês a experiência que estamos tendo com o envio de um de nossos queridos irmãos ao Haiti. Ele se chama Juliano Morais e está há três dias em Porto Príncipe. O fato dele estar no pôs lá também. Não tenho conseguido pensar muito em outra coisa nos últimos dias. Ele saiu muito feliz aqui de Chapadão do Céu, mas havia passado mal naquela noite. A família está preocupada e até angustiada, mas ninguém se opôs a ida dele para lá.
22 julho, 2010
20 julho, 2010
19 julho, 2010
16 julho, 2010
Meu Amigo Pedro - Raul Seixas
Postado por
Unknown
às
2:28:00 PM
Por Eduardo Gazola
Não quero avaliar nada de teológico na música.
Estou postando ela como uma homenagem ao meu amigo Leandro (Atos), que está começando a vida no sul, riscou o mapa de alto a baixo em nome da paixão, e eu resolvi lhe render essa homenagem.
O que será das nossas convicções, de nossas filosofias, só o tempo e muito provavelmente só o Senhor do tempo é que dirá...
Enquanto isso meu amigo atos, onde cê tá eu também tô, e tudo acaba aonde começô.
Grande abraço maninho!
***
Meu Amigo Pedro - Raul Seixas
Muitas vezes, Pedro, você fala
Sempre a se queixar da solidão
Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro
É pena que você não sabe não
Estou postando ela como uma homenagem ao meu amigo Leandro (Atos), que está começando a vida no sul, riscou o mapa de alto a baixo em nome da paixão, e eu resolvi lhe render essa homenagem.
O que será das nossas convicções, de nossas filosofias, só o tempo e muito provavelmente só o Senhor do tempo é que dirá...
Enquanto isso meu amigo atos, onde cê tá eu também tô, e tudo acaba aonde começô.
Grande abraço maninho!
***
Meu Amigo Pedro - Raul Seixas
Muitas vezes, Pedro, você fala
Sempre a se queixar da solidão
Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro
É pena que você não sabe não
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