07 julho, 2010
Sefoia
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Unknown
às
6:59:00 AM
SEFOIA :Enfermidade ainda não bem estudada pela classe médica.
Entretanto, milhões depessoas em todo mundo padecem deste mal e esperam a aprovação da OrganizaçãoMundial de Saúde para que se estude e se encontre a cura para esta mortalenfermidade que, cada dia, é adquirida por milhares de pessoas.
VEJA A POSSIBILIDADE DE VOCÊ SER PORTADOR:
1.- Se um café te provoca insônia.
06 julho, 2010
Eu não evangelizo!
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Unknown
às
3:30:00 PM
por Marco Alcantara
Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer "Jesus te ama" e dar as costas, eu não evangelizo.
Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.
Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.
Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.
Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.
Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.
Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.
Se...
Postado por
Unknown
às
7:21:00 AM
por Marco Soares
Amigos, reflito com profundidade sobre esta palavra curta, mas de longo alcance e profundos efeitos. A mais ouvida desde a fatídica sexta-feira, dia 2 de julho de 2010. O “SE”, partícula condicional, conjunção indicativa do acaso, de “no caso de”, de “eventualidade, dada uma circunstância tal”. Em inglês, a palavra é tão pesada que fica no meio da própria vida, de tão doída: LIFE. Que poder ela tem de tentar dar esperança quando já nada mais há que se possa fazer. Como gostamos de nos apropriar dela, no afã de buscarmos algum consolo, como se sua menção ou as hipóteses que ela evoca pudessem conformar corações quebrantados pela dor e pelo sofrimento!
Se. Se a CBF não tivesse tentando fazer teste de 1º emprego com o Dunga. Se o Dunga tivesse levado o Ronaldinho Gaúcho. Se o Dunga tivesse mexido antes no time. Se o Elano não tivesse se contundido. Se o Ramires não tivesse levado um cartão amarelo de bobeira no jogo contra Portugal. Se o Felipe Melo. Se o Felipe Melo! SE O FELIPE MELO! SE O FELIPE MELOOOOO!!!!!!!
Se. Se a CBF não tivesse tentando fazer teste de 1º emprego com o Dunga. Se o Dunga tivesse levado o Ronaldinho Gaúcho. Se o Dunga tivesse mexido antes no time. Se o Elano não tivesse se contundido. Se o Ramires não tivesse levado um cartão amarelo de bobeira no jogo contra Portugal. Se o Felipe Melo. Se o Felipe Melo! SE O FELIPE MELO! SE O FELIPE MELOOOOO!!!!!!!
05 julho, 2010
A Chantagem
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Unknown
às
2:07:00 PM
por David Coimbra
Poucos sabem qual é o valor de um botão de duas camadas, goleador. Gus sabia. Tinha o seu. Ademir da Guia. Azul-marinho em cima, branquinho embaixo. Pouco maior do que uma moeda de um real. As bordas do Ademir não eram retas, como as de outros botões vulgares. Eram meio arredondadas, o que dava ao Ademir botão as características do Ademir que respirava: um e outro eram classudos. Craques. Com Ademir, Gus ganhava todos os torneios do bairro. Os torneios eram disputados por botão: cada guri casava um, o vencedor ficava com todos. Assim Gus aumentava seu plantel.
Mas, um dia, Ademir da Guia sumiu. Gus estava no salão de festas, disputando um campeonato. Jogaram durante horas, ele e os amigos. No fim da tarde, quando foi reunir a delegação, ué? Cadê o Ademir? Não o encontrava em lugar algum. Os amigos ajudavam a procurar, olhavam sob as mesas, atrás da porta. Nada. Muitos guris haviam passado por ali durante a tarde. Será que alguém roubara o Ademir? Ou o botão rolou pelo chão e caiu em algum ralo, algum desvão?
Gus foi para casa sentindo o peito apertado. Passou a noite pensando no seu goleador. A mãe perguntava o que havia, ele dizia que nada. Como uma mulher haveria de compreender o valor de um botão goleador? Tomou a decisão de, no dia seguinte, vasculhar o salão outra vez. Antes de dormir, com o ardor dos seus 11 anos, implorou a Deus, Jesus e Nossa Senhora, todos juntos, que o fizessem achar o Ademir.
Mas, um dia, Ademir da Guia sumiu. Gus estava no salão de festas, disputando um campeonato. Jogaram durante horas, ele e os amigos. No fim da tarde, quando foi reunir a delegação, ué? Cadê o Ademir? Não o encontrava em lugar algum. Os amigos ajudavam a procurar, olhavam sob as mesas, atrás da porta. Nada. Muitos guris haviam passado por ali durante a tarde. Será que alguém roubara o Ademir? Ou o botão rolou pelo chão e caiu em algum ralo, algum desvão?
Gus foi para casa sentindo o peito apertado. Passou a noite pensando no seu goleador. A mãe perguntava o que havia, ele dizia que nada. Como uma mulher haveria de compreender o valor de um botão goleador? Tomou a decisão de, no dia seguinte, vasculhar o salão outra vez. Antes de dormir, com o ardor dos seus 11 anos, implorou a Deus, Jesus e Nossa Senhora, todos juntos, que o fizessem achar o Ademir.
03 julho, 2010
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