29 março, 2010

Reencontro

por Ariovaldo Ramos

Olá! Como vai? Perguntou o Samaritano.

Graças a Deus e a você, tudo bem! Respondeu o Sacerdote.

Você parece mesmo bem, quando eu o estava levando para a estalagem, pensei que você não resistiria, mas, olha aí... Bom vê-lo assim! Acrescentou o Samaritano.

Pois é… Eu também pensei que não sobreviveria, mesmo quando na estalagem, sob cuidados. Sou-lhe muito grato, fico sempre em débito, até porque você não me permitiu ressarcí-lo. Disse o sacerdote.

Deixa disso! Você faria o mesmo, apesar de nossas diferenças! E o Templo... Voltou para as suas atividades? Perguntou o Samaritano.

Desmatamento


Quando há desmatamento, todos sofrem.

Veja essa cena chocante e comente o que você acha disso:


Jesus Cristo mudou meu viver



Kibamos do Genizah

Cuidando da Saúde

Luiz Fernando Veríssimo
Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.

25 março, 2010

Solitários


por Eduardo Gazola


Não, não vamos falar do reality show do SBT, falaremos sobre um problema real e mais próximo do que muitos de nós podem imaginar.

Já passamos de 6,6 bílhões de pessoas no mundo e estima-se que em 2011 cheguem aos 7 bilhões, no Brasil somos mais de 191 milhões, o quinto mais populoso do mundo. Santa Catarina tem mais de 6 milhões e em Chapecó temos quase 200 mil habitantes.

Não é de se estranhar que quanto mais aumenta a população, mais sozinhas sintam-se as pessoas?

Nessa época estranha em que comunidade significa página de internet e bater papo é sentar sozinho na frente de um computador e escrever, as pessoas lidam com uma solidão talvez nunca antes experimentada.

24 março, 2010

A irremediável burguesia religiosa

por Ricardo Gondim

Se não me falha a memória, a frase é do Cazuza. “A burguesia fede, mas tem os seus encantos”. Pela classificação mais ordinária dos cidadãos brasileiros, nasci na classe “C”, isto é, no andar de baixo desta burguesia. Designado para viajar nos vagões mal cheirosos que ficam atrás do trem, minha infância não teve tantos mimos. Cresci sem automóvel (eu tinha 17 anos quando papai comprou um carro), sem frequentar lanchonete nos fins de semana e sem vestir roupa de grife. Não, nunca fomos pobres; tínhamos segurança alimentar e uma grande família com tios que chegaram junto na hora do sufoco.

Mas, para entrar no baile de adolescente na vesperal do Clube Náutico, eu precisava pular o muro; para chupar um picolé no intervalo da aula, tinha que ir para o colégio a pé e para comer maçã, adoecer.

Cristão de Gaiola - Pr. Antonio Cláudio de Souza



Chega na primeira quinzena de abril o segundo livro do premiado autor Antônio Claudio pela MK Editora: Cristão de Gaiola - A verdade sobre a liberdade de contribuir. No livro, o autor, qua já recebeu o prêmio Areté de 2008 como melhor ficção pelo livro Namastê, faz um paralelo entre o pássaro que criado em gaiola teme voar e o cristão, que doutrinado sobre práticas de oferta e dízimo autoritárias e despóticas, acaba fazendo do ato de ofertar a Deus uma obrigação, sob pena de inúmeras maldições divinas.